segunda-feira, 23 de março de 2015

God of War Completou 10 anos de matança e sangue voando pra todo lado



A série God of War está completando dez anos hoje. Uma década desde que Kratos foi abandonado pelo deuses do Olimpo e se jogou do alto da maior montanha da Grécia, só para cair nas graças de milhões de jogadores e se tornar um dos ícones modernos dos videogames.
Foi em 22 de março de 2005 que o primeiro God of War foi lançado para PlayStation 2, um jogo que tinha um objetivo bem ambicioso: elevar o nível do gênero de ação/aventura. Poucos vão discordar que ele não atingiu isso.
O primeiro God of War foi o passatempo de milhares de adolescentes (mais 4,6 milhões para ser mais exato, já que esse é número de vendas do jogo) que viam na brutalidade, violência e principalmente boas mecânicas do jogo o seu power fantasy perfeito. Comigo não foi diferente.
Ainda com meu saudoso PS2 tijolão, ele foi o único jogo que terminei em todas as dificuldades, inclusive na “God Mode” que é desbloqueada depois, além de completar as dez challenges of the Gods, tudo para desbloquear todos os bônus e vídeos secretos. Até hoje nunca repeti isso com nenhum outro jogo (o que só mostra o quão desocupado eu era na época).
Apesar de ainda ter meu memory card onde está gravada essa façanha, para comemorar os dez anos do jogo resolvi rejogar rapidamente a versão remasterizada para PS3, só pra matar a saudade. E posso dizer que, mesmo depois de uma década, o primeiro God of War consegue ultrapassar a barreira do tempo e continuar bom.
Toda a primeira fase do jogo sintetiza bem o que é God of War, com as partes de batalhas ensinando como destroçar os inimigos das maneiras mais variadas possíveis, os momentos de plataforma que cadenciam bem o ritmo do jogo e, entre esses dois, a Hydra, que aparece de tempos em tempos durante a fase até culminar na grande luta final e seus QTEs cinematográficos.
Criador
 God of War foi desenvolvido pela Santa Monica Studios, mas se há um responsável pela existência do jogo, esse alguém é David Jaffe. O desenvolvedor é o “pai” de Kratos e foi quem teve a ideia de fazer um jogo de ação dentro da mitologia grega.
Em entrevistas, ele sempre fala que os mitos da Grécia antiga já possuem elementos que são quase videogame, como a cabeça de Medusa, os raios de Zeus e os Ciclopes. Fazer disso um jogo de ação foi só questão de tempo e oportunidade e que foi dado a ele na Santa Monica.
Algo interessante é que Jaffe, apesar de parecer ser um cara legal, tem fama de ser uma pessoa bem explosiva e cabeça quente, o que justifica muito da personalidade de Kratos.
Ele esteve envolvido diretamente com God of War apenas nos dois primeiros jogos (como diretor do primeiro e diretor criativo do segundo) e saiu da Sony ainda no início do desenvolvimento deGod of War III.
Mesmo não podendo completar a história de vingança de Kratos, ele fala abertamente que queria que o personagem enfrentasse os deuses da mitologia nórdica e egípcia no futuro (já imaginou uma luta entre Kratos e Thor?) e talvez esse seja realmente o que a série trará daqui pra frente.
Curiosidades Curiosas
– No início, o projeto do primeiro jogo era conhecido como “Dark Odyssey” e Kratos tinha o nome de Dominus.
– Várias ideias para o personagem principal foram criadas durante o desenvolvimento e entre algumas delas estava um Kratos com um bebê nas costas e outro em que ele possuía um pequeno cachorro.

– Os dois primeiros jogos foram desenvolvido usando a engine Kinetica, que foi desenvolvida internamente na Santa Monica e que também é o nome do primeiro jogo do estúdio, um jogo de corrida futurista para PS2.
– Com exceção de Ascension, Kratos mata pelo menos um deus grego em todos os jogos da série.
– Cada jogo da série teve um diretor diferente: David Jaffe (God of War), Cory Barlog (God of War II), Stig Asmussen (God of War III),  Todd Papy (Ascension), Ru Weerasuriya (Chains of Olympus) e Dana Jan (Ghost of Sparta).

ON aqui galera, entao para a volta do blog acho que o post ficou bem interessante em kk espero que gostem e até a proxima

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